segunda-feira, 11 de março de 2013

Your dirty game


You had enough
you had enough of my attemption
you had enough of my behavior exceptions
You had enough of me on my knees

You need a little bit more
You need a little of my silence
you need my face without a smile
and maybe some angry on my eyes

I told you I wasn't nothing special
So why did I act like you were?
You got those hot body and sweet words
It's fine, but baby, so do I

you'll have a little bit more of that lord that excites you
No smile, no words and careless
The good boy is there inside
But he's tired of being your toy

You had enough of my soul
And my mistake was showing it so easily
You better not to think that you have me at hand
even though you had it all to get me once

I'm not that fragile, honey
So don't keep you head held high
Like you're better than me
I can lead out from that sky deep into a hell

instead having you in my arms
that is ecxatly what I've been offering to you
You could just say yes or no, but you played with me
Now you had enough of me, and I'm gonna start my turn


Brinquedo


Você não deveria ter me mostrado seu sorriso
Agora eu simplesmente não controlo meus impulsos
Como se o segundo plano da minha mente sempre estivesse ocupado com você
E eu estava gostando tanto

Acho que fui sua presa
Porque eu me entreguei tão facilmente, como eu jamais imaginei que faria alguma vez
tudo em troca desse sorriso
Mas acho que vou sair de mãos vazias

Você já teve diversão suficiente?
Já enjoou da nossa brincadeira?
Eu acho uma pena, porque tudo que eu fazia à noite
era rezar pra não ter sido apenas uma brincadeira

Só me deixa tentar te levar pro céu
Eu nunca estive tão disposto a fazer isso por alguém
E se eu não fizer, parece que me falta algo
Só não diz que já perdeu a graça

Se bem que eu não sei onde estava com a cabeça
Você deve ter tantos caras se jogando em seus pés
que talvez o meu maior erro
for ter acreditado que eu tinha alguma chance

Logo eu, que rio da inocência alheia
Agora estou aqui, desesperado
Suplicando por mais um suspiro, mais um sorriso
Antes de voltar pra apatia que é minha vida sem você

Saudades de um futuro que não existiu




Sabe quando você se sente o mais idiota entre os idiotas? Então.
Se tem uma coisa que afasta qualquer interesse meu em alguém, essa coisa é submissão.
Odeio que dependam de mim. Odeio que contem comigo. Odeio o desespero que sentem ao ver que não estou interessado.
Ai, quando dou por mim, estou agindo exatamente assim com você.
Mas também, que culpa eu tenho de você ser tão - não sei bem a palavra - empolgante
Com você, toda a minha capacidade de abstração veio à tona
Acho que eu já estava em um universo paralelo
onde seus amigos já eram meus amigos
sua rotina já era minha rotina
e você já me pertencia. E gostava.
O que te custava tornar tudo isso realidade?
Eu já havia feito milhares de promessas em minha cabeça, e todas elas envolviam te fazer feliz.
Não sei porque, mas você tem o dom de despertar algo de bom em mim.
Algo que me torna amável, carinhoso, protetor e imbecil.
E acredite, não é todo mundo que faz isso.

Não que qualquer coisa que eu diga seja importante.
Na verdade, agora tanto faz. Talvez eu só faça isso por amor à escrita.
Mas acho mesmo é que eu sinto falta de você, mesmo que você nunca tenha realmente estado comigo.
Meu melhor remédio é começar a esquecer o celular em casa. Só assim eu controlo o vício de olhar você, sondar você, querer você.
E, por tudo isso, sou o mais idiota entre os idiotas.
Porque tudo parece significar que eu abri meu coração pra você, sem perceber, e isso não teve valor nenhum.
Só não sei se eu sou mais idiota por ter destruído minhas muralhas assim tão fácil
ou por ter ido com muita sede ao pode, e te assustado.

Acho que vou morrer sem saber, porque, sinceramente, eu não entendo.
Num segundo você era só amores, no outro, só indiferença.
Só queria entender e, se a culpa fosse minha, consertar.
Não que eu ache que algum dia terei a chance.
Não há nada que nos prenda
Não neste universo, mas só no que eu criei
E talvez, lá, as coisas voltem a ser como eram
E eu esteja me sentindo feliz
E eu nunca tenha escrito um texto bobo desses
Ou então tenha escrito um mais bobo, e mais apaixonado, mas feliz
Porque nada disso me resta neste universo.

Só me resta uma vontade insana de me despir de orgulho próprio e mendigar sua atenção
Mas não, isso não. Não de novo.
Vou sofrer aqui de mãos abanando, à moda dos trovadores, mas não gasto mais uma gota do que há de melhor em mim em vão.
É simples. Só tenho que me acorrentar a qualquer coisa mais pesada do que eu.
Isso vai controlar meu corpo.
Um dia eu descubro como controlar minha mente
e sua maldita mania de criar mil universos com você ao centro.


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Ying Yang


Baby I use to look so independent
It's me and the sun upon our heads
and a bight place for sunglasses

And I use to look enough for myself
Like I don't care what you feel
I must say It's a half true

But it's when the nights come erlier
and the days rise up so gray
that I miss you next to me

It's when it falls so cold
that I miss your hot chest
I won't say it much loud
But I miss you half of time

Forget my words if the sky is clear
everything I need is a little bit of speed
there's no place for feellings in the wind

What did you though I was?
I can have your warm with some alcohol
And a dancy underground music

But sometimes when the beat stops
It’s strange don’t having your shoulders to hang in
And I notice that noise and drinks are not enough

It’s when it rains and the world looks serious
That I miss you wet with me
I won't say it much loud
But I miss you half of time

I got a bad deal with our unfinished past
Guess I’ll never decide if It’s a good idea to end it
Cuz Honey, I can’t decide if I love you
Or if my freedom is a better busyness

But half time I do love you, and miss you
And the other part I’m spending my time getting crazy
There are two souls inside this body
I’ll tell you when one of them die


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Um segundo



Me sinto nu.
Não de roupas, de experiências.
Não de marcas, mas de carapaça.
Não de trapos, mas de calor.
Anos juntando cacos, uma a cada dia, pra parecer alguém mais forte
E, em um segundo, em uma frase, aquele antigo eu está de volta.
Como é ruim lembrar dessa cicatriz que eu tenho no peito
e perceber que ela está num lugar tão vulnerável.
Não sinto falta de você, sério.
Sinto falta do que você foi pra mim um dia.
Algo que de vez em quanto eu encontro em outras almas
Em lampejos, que muito vão e pouco vêm.
Como se eu olhasse de relance e te visse em meio a tantos
mas que, ao piscar, tudo não passasse de uma multidão de indigentes
Uma multidão de descontentes
Porque eu não consigo ser bonzinho nunca mais
Agora gosto menos de doces, e mais de destilados
Agora sei não agir no impulso, e viciar pessoas em mim
pra depois deixá-las na abstinência
você se surpreenderia se me visse
Talvez até se orgulhasse, já que faço tudo à sua moda
Mas perto de você eu me sinto tão nu
Como se enxergasse até além de minha pele
Como se visse minhas inseguranças, que não permito a ninguém tocar
Só preciso de um segundo, pra me vestir novamente
de aprendizagem pela dor e roupas caras
aí então eu viro as costas
E tudo não passou de um flash back em preto e branco

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Fria Fênix




Lembro-me vagamente de ter cantado que era livre
Que voo alto e gosto disso
Isso nunca foi surpresa pra você

Eu gosto do céu, criança.
a sensação de estar longe de tudo, e o vento frio
Só boas razões me trazem de volta à terra firme

Não sou preso por anéis
ou por consideração a sentimentos
ou por frases, ou por medo
Disse a mim mesmo que não me trancaria por alguém

Não sou causa ganha
Não sou causa fácil
Não sou como outros que você beija no escuro

O negócio é voar junto, e não tentar me possuir
É tão pequena a visão aqui de baixo
e tão sufocante esse meu peito caustrofóbico
Não iria durar muito tempo nossa caminhada pelos becos

Pare de tentar me dominar
Quanto mais tenta, menos vontade tenho de me render
menos vontade tenho de tentar te surpreender
Não se prende um guri de alma alada

Não se prende grandes aves indomadas
Foi-se o tempo em que eu gostava de gaiolas
voos livres têm um preço muito caro
que eu não pago pra afagar o ego alheio

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Abstract being


You have no home, you are in the air
or maybe it's my head flying instead
and there, above, I wonder the colour of your eyes
cuz it seems to be changing everytime

You have no name, or maybe I just forgot
or maybe I never said, or maybe I never will
because the time is a strange thing
when things are all about my ghost

You have no soul, you have no hot body
Or it's just my eyes, unable to see it burn
Or it's just my eyes, that see it more than real
tell me about your point of view

You have no voice, although I hear a breath
one diamond that you are calling me
behind this fucking mortal silence
I'll keep quiet and I shall listen

You have no face, I guess it's me who drew it
There in my mind you look so perfect
but I'm unable to trace your lips
I'm unuable to put you to exist